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A vida do costume e a luta contra a imobilidade cerebral

O fim de semana já passou e voltei à vidinha de sempre, mas por pouco tempo. As aulas da faculdade já terminaram (sniff, sniff!!!) e as da escola faltam pouco. Agora o que tenho para fazer é terminar os trabalhos das duas cadeiras. Parece pouco mas ainda há muito a ser feito. Ainda não decidi o tema do trabalho final e se até agora não tive dúvidas, agora estou indecisa quanto ao tema. Ontem, enquanto vinha para casa comecei a pensar numa abordagem diferente e, se calhar é o que vou optar por fazer. Tenho adorado voltar a estudar, voltei novamente a utilizar aqueles neurónios que estavam adormecidos desde os tempos do curso. Há quem não entenda esta minha opção, uma vez que não me trará vantagens a nível profissional, só que as outras vantagens são muito compensatórias: o conhecimento e o fazer uma coisa por gosto e com gosto!
Costumo dizer aos meus alunos que aprender não deforma o cérebro e torna-nos mais bonitos, e agora está na hora de a professora seguir essa máxima.
Pode-se pensar que estando no ensino facilita a aquisição de conhecimentos mas verifico que isso acaba por não ser verdade. Seguimos um programa que não tem como preocupação ensinar os nossos alunos a pensar e a serem críticos com aquilo que os rodeia. Assim, nós, os professores acabamos por ser arrastados para esse marasmo e vamos com a corrente!!   

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A maioria dos leitores prefere o marcador do livro e até troca o livro caso esse não venha acompanhado com ele. Eu sou bem diferente uma vez que raramente os utilizo. Prefiro bilhetes de comboio ou de um qualquer outro tipo de transporte, etiquetas de roupa ou entradas para museus e espetáculos. Utilizei muito um bilhete de um jogo do Benfica, um bilhete de transporte dos barcos de Veneza e agora ando a usar a etiqueta de uma camisola comprada já faz um ano.  Acabo de ler um livro e trato logo de passar o marcador para o seguinte. O marcador do livro é logo colocado no fim do livro para não atrapalhar! E e as razões para deixar de usar um e passar a usar outro: deixo um livro a meio ou começo a ler e uso o que estiver mais a jeito. Até já usei um pacote de açúcar vazio para ler um dos Harry Potter. Manias