sábado, 26 de novembro de 2011

Recuerdos de Budapeste


As minhas Fly a voarem pelas folhas do Outono


Trabant: um clássico do Leste


Museu da cidade de Budapeste


Marco do correio




Um olhar para dentro...

Dei uma olhadela no meu blog e realmente estes últimos tempos não foram nada famosos. Até parece que estou perante uma outra Maia, que nada reflete a verdadeira. Sou um pessoa divertida e com um bom sentido de humor, que gosta de se rir e fazer macacadas. De estar na conversa com os amigos e de olhar para a vida com uma atitude positiva e de esperança no que vai vir. Realmente tenho andado muito afastada dessa pessoa e tenho muitas saudades dela. A solidão que sinto, apesar de estar rodeada de pessoas que gostam de mim, tem sido dura de viver e dura de fazer desaparecer. Espero não me ir abaixo e de conseguir recuperar o meu sorriso e a minha atitude positiva perante a vida.
Vou esmifrar-me para que os próximos posts sejam mais Eu do que aquilo que tenho feito. Não quero que a vida me passe ao lado por causa de uma pessoa que nunca me mereceu!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Afinal sempre parece que tive uns belos adornos na testa!!!

Tenho uma grande suspeita de que o ex já está a viver com outra pessoa! Doí tanto saber que fui corneada. Chorei de raiva e de dor mas amanhã será um novo dia e EU vou obrigar-me a andar para a frente. Sou infinitamente melhor do que ele... sou honesta!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Depois de Budapeste... muito trabalho na escola e de arrumação de cabeça!!

Desde que cheguei de Budapeste (coisa gira de se dizer) não tenho parado. O trabalho ficou a multiplicar-se como fungos malucos e para além de repor as aulas que faltei, tenho as reuniões intercalares e toda a papelada que isso acarreta. Não posso esquecer que a escola alimenta-se a papel de burocracia. Enfim, não gosto lá muito mas lá terei de o fazer. 
Tenho tido a vida ocupada e isso tem-me feito bem. Os dias passam, a mágoa continua cá  mas já não me ocupa os dias.
Continuo sem entender muita coisa e penso que nunca chegarei a obter as resposta que gostaria. Passei quatro anos da minha vida com uma pessoa com a qual partilhei sonhos, esperanças, medos e tudo o que faz uma relação. Havia cumplicidade e entendimento, tanto que nunca houve uma discussão ou um desentendimento grave. Ele quis dar o passo seguinte, dizia-me que me amava, que me queria como companheira de vida e eu acreditei. Amei-o muito e esmifrei-me para o fazer feliz. Tudo em vão... o amor dele não existia, era tudo mentira!
Passaram três meses e nunca mais me disse nada! Segundo algumas teorias familiares, o comportamento dele revelou-se disfuncional e patológico, enfim, uma pessoa desprovida de sentimentos e de empatia pelos outros. Os sentimentos das outras pessoas não são lixo que se deite fora e ele fez isso. Nunca lhe exigi que me amasse, no entanto queria que ele fosse honesto comigo. Se não gostava de mim, não me dava esperanças, não dizia que queria casar, acabava com as coisas na altura certa. O meu erro foi acreditar numa pessoa que não me mereceu e gozou com os meus sentimentos. O dia do meu casamento, a 11 de setembro de 2010, revelou-se a minha maior humilhação pública. Considerei esse dia um dos mais felizes dias da minha vida, tudo tinha corrido na perfeição mas o mais importante não aconteceu: a união de duas pessoas que se amavam. Só eu estava de corpo e alma naquele altar. Nem um ano cheguei a comemorar e esses 11 meses foram uma verdadeira tortura. Fui ignorada, desprezada  e tratada como uma merda. Ele não fez nada por nós os dois, parecendo até que queria fazer tudo para as coisas não resultassem. Estavamos separados fisicamente mas o fosso afectivo foi sendo cavado de forma rápida e precisa por ele. Inconscientemente eu comecei a dar sinal de que algo de mal estava a acontecer, nunca pensando que o desfecho fosse esse, sempre acreditei que iriamos ultrapassar as dificuldades. Para além disso, a cobardia e o egoísmo dele manifestaram-se de forma grandiosa: acabou a relação por telefone!!! Que não estava para fazer tantos quilometros para falarmos cara a cara! Meu Deus, que humilhação eu aguentei! Ele argumenta que é distrído mas aquilo que ele chama de distração ou de esquecimento é o egoísmo de alguém que não olha além do seu umbigo. O mundo existe para o servir e quando alguém não o satisfaz, é deitado fora!! 
Bem, o "lixo" está vivo e em processo de reciclagem! 

domingo, 13 de novembro de 2011

Budapeste









     Budapeste talvez seja a mais genuína das três cidades dos Habsburgo, a mais autêntica e que ainda não se rendeu ao "very tipical"!! Em pouco tempo, Viena, Praga e Budapeste marcaram definitivamente a minha vida. Viena pela lua-de-mel e uma vida que parecia perfeita; Praga pelo facto de me ter acolhido após um grande desgosto e Budapeste por finalmente ter conseguido encontrar-me. 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

OBRIGADA pelas 5000 visitas!!!

Obrigada pelo mimo e pela companhia!!

Budapeste aqui vou eu!

No seguimento da minha "cura", esta semana vou completar o circuito das cidades imperiais com uma ida a Budapeste! Serão quatro dias para mudar de ambiente e ver coisas bonitas. Estou desejosa para passear pelos mercados e respirar o ambiente de preparação para o Natal.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011