quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Comer Orar Amar



Tinha de ser... já acabei de o ler.
Fez-me pensar em algumas coisas...
Há vida além do temível D!!!!!

Azar do gato preto II

 



A mensagem mais visitada neste estaminé diz respeito ao azar do gato preto. A história aparece aqui no seguimento de um desabafo no qual colocava em causa quem acredita nesse tipo de azar. O ex tinha atropelado um gato preto e, segundo a teoria da sua mãe, é bom que isso tenha acontecido. Isto é, o gato preto dá azar mas para isso não acontecer é necessário matar o gato!!! Não é de admirar este tipo de pensamento e superstições da ex-sogra. Explico o que aconteceu: num Natal, ofereci uma moldura da Loja do Gato Preto à ex-sogra e ela queimou logo o embrulho pois tinha o desenho de um gato preto.
Encarei a história com humor, só podia, é claro! Mas, afinal o azar do gato preto, apesar dos 300km de distância, caiu em cima de mim.
O filho, cruzou-se com o gato e anda todo pimpão a gozar a libertade e a feliciadade que eu o impedia de ter. Eu, estou como estou, um caco!! Será que é melhor começar a acreditar nestas coisas...
Ná, adoro gatos e pretos ainda mais!!!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Exausta...

Vou-me render às evidências e não há volta a dar. Tenho de recorrer a uma ajuda profissional para deixar de pensar em loop em tudo aquilo que se passou. Estou exausta...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Para a semana recomeço o mestrado!!!! IUPI!!!

A Maya está de volta!

Alapada no sofá assisto ao programa da Conceição Lino e fico a saber de uma novidade que promete mudar a minha vida... a Maya vai ter o seu programa!!!
Iupi, mal posso esperar... O mundo vai ser pequeno para estas duas Maias, a do Avesso e a taróloga. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

34 anos, divorciada e todo um futuro que espera por MIM!!!!

Sei que ando um bocado chata e sempre a repisar no mesmo assunto. Não tenho tido espírito para andar à procura de coisas bonitas ou de fazer um pouco de corte e costura. Enfim, é vida. Já ando melhor e não estou a dizer isso para acalmar aqueles que me rodeiam. Estou ainda em grande sofrimento e acho que vou andar por aí durante bastante tempo mas sei que não estou fechada para as coisas boas da vida. Analisei estes últimos quatro anos e verifiquei que errei e tomei decisões que não foram as mais certas mas não o suficiente para colocar em causa sentimentos. Descobri que estive com uma pessoa egoísta e infantil, sem grande capacidade para amar além do umbigo dele. Sei que ele gostou de estar comigo mas não passou disso. Não teve a capacidade de olhar para mim, respitar-me, compreender-me e perdoar os erros que fui cometendo. Tenho a minha cosnciência tranquila na medida em que dei o meu melhor nesta relação. Entreguei-me com amor e muito carinho pela outra pessoa, compreendi até aos limites da compreensão, apoiei-o em tudo e zelei pelo bem estar dele. Quando necessitei de ajuda e de apoio não o tive, quando precisei de carinho não o tive, quando queria uma demonstração de amor não a tive. Esperei e dei e nada tive em troca. A sinceridade dele resumiu-se a um telefonema a dizer que não queria mais. Revelou-se uma criatura imatura e egoísta, que saltita de relação em relação (incluindo os amigos) sem ter em conta os sentimentos do outro. Só ele importa, só ele tem razão e só ele é que merece a felicidade.
Reconheço que vi esses traços de personalidade mas nunca nesta escala.
Agora tenho 34 anos, divorciada e com todo um futuro à minha espera que não passa por tentar fazer feliz uma pessoa que nunca me mereceu.
A felicidade conquista-se, não se ganha.
     

sábado, 10 de setembro de 2011

Setembro para esquecer...

No passado dia 7 fiz anos;
Amanhã faria um ano de casada;
No dia 12 fará um mês que ele terminou tudo;
No dia 23 fariamos quatro anos de relação;
No dia 30 fará um mês que o divórcio foi assinado. 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Portei-me mal

Andei a portar-me mal e tive uma recaída: pedinchei atenção ao ex-mais-que-tudo!! Tenho tido muita dificuldade em conseguir entender tudo aquilo que se passou. Ainda não consegui aceitar os motivos da separação. O que é que se passou com ele para mudar de uma forma tão radical. De querer acabar com tudo de uma forma tão rápida e radical. Um virar de costas a tudo o que passamos. Gostava que ele admitisse que fez merda da grande e que não teve a objectividade de ver que poderia ter feito as coisas de uma outra maneira. Desistiu de mim e dos dois... 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Definições de felicidade

Uma das minhas tias ofereceu-me ontem um livrinho muito pequeno intitulado "A Benção da Felicidade", que reune citações sobre a felicidade. Tenho andado a dar uma olhadela e, apesar de não ser fã da "onda" da auto-ajuda, tem sabido bem ler coisas com sentido.

Um exemplo:

Os pequenos êxitos de todos os dias é que tornam a vida feliz
Pam Brown

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

2000 visitas!!

Não havia melhor maneira de assinalar o meu aniversário do que com 2000 visitas!

A Mais do Avesso agradece a todos os que passaram por aqui.
Adoro-vos a todos!!!

Miminhos para comemorar 34 anos

Não sou muito dada a imagens fofinhas mas hoje tenho sido muito mimada!!
Sabe tão bem !!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Mais...

Mais um dia que está a passar... Mais um dia dentro desta nova realidade... Mais um aniversário que se aproxima sem a alegria dos outros anos... Enfim, melhores dias virão.

domingo, 4 de setembro de 2011

Já que tenho a fama de ser uma cobra (lá para os lados do Baixo Alentejo), visto-lhe a pele!

Chloé 

Chloé
Cada dia que passa mais raivosa fico!!! Como é que eu acreditei nele? Como é que eu me entreguei a uma pessoa que não me merecia? Como? Como?
Fui abandonada sem dó nem piedade e agora estou aqui, sem saber bem o que fazer, à procura de respostas para que tudo possa fazer sentido. Quero fechar os olhos e que tudo passe e eu me possa encontrar novamente. Felizmente tenho tido o apoio de todos aqueles de quem eu gosto. A minha família e os meus verdadeiros amigos não me tem faltado com todo o apoio e compreensão. São o meu pilar mas mesmo assim tem sido muito duro aguentar tudo.
Amar e ser repudiada desta forma cobarde. Achar que tinha encontrado o meu companheiro, que ele gostava de mim e me compreendia e, no fim, levar um monumental "chega para lá que eu já não gosto de ti!". Imaginem como eu estou! Quero tanto esquecê-lo.  

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Raios para o facebook!!!

Agora aparece uma "amiga" a dizer que ele é LINDO nas fotografias do Facebook! Acho que o desinteresse pela nossa relação começa a ter motivos bem concretos e os amigos, afinal são mais amigas. Ainda por cima, ela comenta fotografias tiradas por mim, nas nossas férias e coloca um acento na palavra tu:"tú".

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O GRANDE MIGUEL ESTEVES CARDOSO


Como se esquece alguém que se ama?
Por Miguel Esteves Cardoso

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre.
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo.
A Saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa, esta moínha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo.
Dizem-nos para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento conseguidos com grande custo com amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Porque é que é sempre nos momentos em que estamos mais cansados ou mais felizes que sentimos mais a falta das pessoas de quem amamos? O cansaço faz-nos precisar delas. Quando estamos assim, mais ninguém consegue tomar conta de nós. O cansaço é uma coisa que só o amor compreende. A felicidade faz-nos sentir pena e culpa de não a podermos participar. É por estarmos de uma forma ou de outra sozinhos que a saudade é maior.
Mas o mais difícil de aceitar é que há lembranças e amores que necessitam do afastamento para poderem continuar. Deixar de ver para ter vontade de ver. Às vezes, a presença do objecto amado provoca a interrupção do amor.
É por isso que nunca se deve voltar a um sítio onde se tenha sido feliz. Regressar é fazer mal ao que se guardou.
Uma saudade cuida-se. Nos casos mais tristes separa-se da pessoa que a causou. Continuar com ela, ou apenas vê-la pode desfazer e destruir a beleza do sentimento.
Mas como esquecer? Como deixar acabar aquela dor? É preciso paciência. É preciso sofrer. É preciso aguentar.
Há grandeza no sofrimento. Sofrer é respeitar o tamanho que teve um amor. No meio do remoinho de erros que nos revolve as entranhas de raiva, do ressentimento, do rancor - temos de encontrar a raiz daquela paixão, a razão original daquele amor.
As pessoas morrem, magoam-se, separam-se, abandonam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades.
Para esquecer uma pessoa não há vias rápidas, não há suplentes, não há calmantes, ilhas nas Caraíbas, livros de poesia - só há lembrança, dor e lentidão, com uns breves intervalos pelo meio para retomar o fôlego.
Ir a correr para debaixo das saias de quem for é uma reacção natural, mas não serve de nada e faz pouco de nós próprios. A mágoa é um estado natural. Tem o seu tempo e o seu estilo. Tem até uma estranha beleza. Nós somos feitos para aguentar com ela.
Podemos arranjar as maneiras que quisermos de odiar quem amámos, de nos vingarmos delas, de nos pormos a milhas, de lhe pormos os cornos, mas tudo isso não tem mal. Nem faz bem nenhum.Tudo isso conta como lembrança, tudo isso conta como uma saudade contrariada, enraivecida, embaraçada.
O que é preciso é igualar a intensidade do amor a quem se ama e a quem se perdeu. Para esquecer, é preciso dar algo em troca. Os grandes esquecimentos saem sempre caros. É preciso dar tempo, dar dor, dar com a cabeça na parede, dar sangue, dar um pedacinho de carne.
Pode esquecer-se quem nos vem à lembrança, aqueles de quem nos lembramos de vez em quando, com dor ou alegria, tanto faz, com tempo e com paciência, aqueles que amámos com paciência, aqueles que amámos sinceramente, que partiram, que nos deixaram, vazios de mãos e cheios de saudades, esses doem-se e depois esquecem-se mais ou menos bem.
E quando alguém está sempre presente? Quando é tarde. Quando já não se aguenta mais. Quando já é tarde para voltar atrás, percebe-se que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar. Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar? Aí, está o sofrimento maior de todos. O luto verdadeiro. Aí está a maior das felicidades.

 Não será preciso dizer mais nada.

As ironias da minha vida

As boas notícias não acabam... o álbum de casamento já está pronto!!! Iupi, estou tão contente....(muita ironia!!!)