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Uma questão de azar

Dentro do espírito do dia, sexta feira 13, recordo aqui que o meu ano de 2011 foi mesmo um ano repleto de dias 13, todos eles à sexta feira! A distância temporal a que estou agora acaba por me fazer olhar para esses tempos com uma outra prespetiva. Acabo por tomar consciência de que os sinais estavam lá, eu não os vi ou, não os quis ver. Pior cego é aquele que não quer ver! Enfim, já passou. É tão bom sentir que o tempo dilui as coisas más. Não se esquece, mas deixam de estar tão presentes e isso é tão reconfortante. Finalmente estou a libertar-me! Ainda não estou lá, naquele lugar de serenidade com o passado, mas já estive mais longe.
Acredito que não há dias de azar mas há dias em que temos azar. Eu tive o azar de confiar demais em quem não merecia.

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A maioria dos leitores prefere o marcador do livro e até troca o livro caso esse não venha acompanhado com ele. Eu sou bem diferente uma vez que raramente os utilizo. Prefiro bilhetes de comboio ou de um qualquer outro tipo de transporte, etiquetas de roupa ou entradas para museus e espetáculos. Utilizei muito um bilhete de um jogo do Benfica, um bilhete de transporte dos barcos de Veneza e agora ando a usar a etiqueta de uma camisola comprada já faz um ano.  Acabo de ler um livro e trato logo de passar o marcador para o seguinte. O marcador do livro é logo colocado no fim do livro para não atrapalhar! E e as razões para deixar de usar um e passar a usar outro: deixo um livro a meio ou começo a ler e uso o que estiver mais a jeito. Até já usei um pacote de açúcar vazio para ler um dos Harry Potter. Manias