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Olhar em frente, sem equecer o que está para trás.

Esta semana fizeram-me ver o quanto estava a meter os pés pelas mãos. Desviei os olhos do meu umbigo e vi o quanto esta a ser má para a pessoa mais importante da minha vida. Olhei para mim, bem lá no fundo e não gostei do que estava a ver. Tive razão, mas acabei por me perder na minha própria orgia de sentimentos contraditórios, de uma cegueira parva que não me fazia ver o que realmente importava, ele.
Nesta história, ninguém está isento de culpas e nem procuramos encontrar o causador. Dissemos o que pensavamos, sentiamos e queriamos. Estou pronta para aprender com os meus erros e não os voltar a repetir, não quero ser aquela pessoa.
Senti que tenho muito medo de o perder, de não conseguirmos dar a volta aos nossos problemas e que os fantasmas da nossa relação nos venham assombrar.
Confesso que estou com medo, muito medo mesmo, mas ao mesmo tempo sinto que não vou baixar os braços. Vou lutar por aquilo que mais quero.

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