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O que vai pelo burgo: os primos do BES

Envolvida num processo de partilhas de bens (no qual corre tudo bem) olho para a crise do BES penso: a essência da coisa é a mesma. Uns digladiam-se pelo serviço incompleto da loiça de Sacavém e o banco do avô, outros por um lugar à frente dos interesses do grupo BES! Acredito mesmo que a minha família acaba por ter mais pedigree ao lidar com estas coisas. 

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O novo cá de casa

  Rufus

Marcadores de Livros

A maioria dos leitores prefere o marcador do livro e até troca o livro caso esse não venha acompanhado com ele. Eu sou bem diferente uma vez que raramente os utilizo. Prefiro bilhetes de comboio ou de um qualquer outro tipo de transporte, etiquetas de roupa ou entradas para museus e espetáculos. Utilizei muito um bilhete de um jogo do Benfica, um bilhete de transporte dos barcos de Veneza e agora ando a usar a etiqueta de uma camisola comprada já faz um ano.  Acabo de ler um livro e trato logo de passar o marcador para o seguinte. O marcador do livro é logo colocado no fim do livro para não atrapalhar! E e as razões para deixar de usar um e passar a usar outro: deixo um livro a meio ou começo a ler e uso o que estiver mais a jeito. Até já usei um pacote de açúcar vazio para ler um dos Harry Potter. Manias 

Limpezas gerais e absolutas

 Mês de agosto sem as grandes limpezas não é mês de agosto. Acresce ainda umas obras que foram quase intermináveis e que deixaram a casa da minha mãe num caos de pó fino que penetrou nos locais mais inusitados. Agora o que se faz:  lavar paredes; lixar portas e portadas de madeiras; pintar portas e portadas (são antigas e lindas!) limpar móveis; destralhar em geral. Ufa, uma trabalheira!